Por Professora Denise Ferreira
Trabalhar o Dia das Mães de forma inclusiva na escola é, antes de tudo, pensar em propostas que acolham todas as crianças.
Isso inclui quem é criado por avós, por pais solos, por famílias adotivas, quem vive em abrigo ou quem já não tem a mãe presente.
Na prática, o caminho é simples: ampliar o foco da data. Sair só da figura da mãe e trazer o cuidado e o afeto como centro.
Dá para conduzir propostas como “Dia de Quem Cuida de Mim” e trabalhar a diversidade familiar com intenção pedagógica, acolhimento e alinhamento com a BNCC.
Dia das Mães Inclusivo na Escola: Como Acolher Todas as Famílias
O que você vai encontrar neste artigo:
- Por que esse tema pede atenção agora
- O que muda quando a turma tem crianças sem mãe
- O movimento Dia de Quem Cuida de Mim e Dia da Família
- Como planejar atividades inclusivas sem perder o sentido da data
- Seis Propostas práticas para Educação Infantil e Anos Iniciais
- Adaptações por faixa etária
- Perguntas frequentes
Tempo de leitura estimado: 12 minutos
1. POR QUE ESSE TEMA PEDE ATENÇÃO AGORA
Maio é um mês carregado! Tem rotina apertada por atividades de fechamento de bimestre ou trimestre, conselho, escrita de relatórios, reunião de pais…
E, no meio disso tudo, entra o Dia das Mães com atividades, decoração, lembrancinha, apresentação…
Você olha pra sua turma e sabe que ali, entre aquelas crianças, tem realidades muito diferentes.
Tem criança que vai entregar o cartão para a mãe com os olhos brilhando e tem criança que não tem para quem entregar…
Pode ser o aluno criado pela avó desde pequeno. Pode ser quem perdeu a mãe há pouco tempo. Pode ter na sua classe uma criança que mora em abrigo e chama a cuidadora de tia, ou uma criança que tem dois pais ou ainda uma aluna com a mãe ausente, ou que nem conhece a própria história.
E aí o professor fica numa situação difícil: quer fazer algo bonito, uma homenagem que emocione as mães, mas não quer que nenhuma criança se sinta invisível, excluída ou triste no meio da festa.
Você já sentiu esse aperto?
Se sim, é sinal de que você enxerga a turma de verdade e essa sensibilidade já é o primeiro passo para fazer diferente!
2. O QUE MUDA QUANDO A TURMA TEM CRIANÇAS SEM MÃE
A comemoração tradicional do Dia das Mães na escola parte de uma ideia: toda criança tem uma mãe presente, acessível e disponível para receber homenagem.
Só que a gente sabe que essa não é a realidade de toda turma.
Os dados oficiais nos mostram que milhões de crianças no Brasil vivem em configurações familiares que não incluem a mãe biológica no cotidiano.
São crianças criadas por avós, tios, padrinhos, pais solos, casais homoafetivos, famílias acolhedoras ou que vivem em instituições de abrigo. E há também crianças cuja mãe faleceu, está hospitalizada, está presa ou se afastou.
E quando a escola organiza a semana do Dia das Mães sem considerar essas realidades, três coisas podem acontecer:
1- A criança se sente excluída: Todo mundo está fazendo cartão, ensaiando música, decorando presente. E ela não tem para quem direcionar aquilo. A sensação é de não pertencer àquele momento.
2- A criança é forçada a simular: A escola pede que ela faça o cartão “para alguém especial” ou “para quem cuida de você”, mas toda a estética, o discurso e o clima do evento são sobre mãe. A adaptação é superficial e a criança percebe.
3- A criança revive uma dor sem ter espaço para isso: Para quem perdeu a mãe, por exemplo, a semana inteira pode ser um gatilho emocional e nem sempre a escola percebe ou tem preparo para acolher.
Nenhum desses cenários é intenção do professor, mas acontecem quando o planejamento não leva em conta a diversidade real da turma.
Dica da Profe Denise:
Antes de planejar qualquer atividade de Dia das Mães, faça um levantamento discreto das configurações familiares da turma.
Se necessário, consulte a ficha de matrícula, converse com a coordenação e, se possível, com os responsáveis.
Essas informações podem te ajudar a planejar as homenagens evitando situações desnecessárias de constrangimento.
3. O MOVIMENTO “DIA DE QUEM CUIDA DE MIM” E “DIA DA FAMÍLIA”
Nos últimos anos, muitas escolas públicas e particulares começaram a repensar a forma como trabalham o Dia das Mães e o Dia dos Pais.
Algumas substituíram essas datas no calendário escolar pelo Dia da Família (15 de maio, Dia Internacional da Família) ou pelo Dia de Quem Cuida de Mim.
Essa é uma proposta que já tem mais de uma década em escolas que fizeram a mudança ao perceber que parte dos alunos viviam em abrigos e não tinha figura materna para homenagear. A ideia não é apagar a importância da maternidade, mas ampliar o olhar.
Em vez de perguntar “quem é sua mãe?”, perguntamos “quem cuida de você?”.
Parece uma mudança simples de perspectiva, mas ajuda para que toda criança participe sem precisar se sentir desconfortável sobre sua própria vida.
E nem por isso precisamos abolir o Dia das Mães na sua escola!
As duas coisas podem caminhar juntas: é possível manter a celebração da maternidade e, ao mesmo tempo, alargar o conceito de cuidado para incluir todas as formas de família.
A maternidade sempre existiu para além do vínculo biológico, mas hoje isso está mais visível e reconhecido.
A relação de cuidado, proteção, presença e afeto que se constrói no cotidiano pode ser exercida por uma avó, um pai solo, uma tia, uma madrinha, uma cuidadora de abrigo ou qualquer pessoa que esteja de fato presente na vida da criança.
Dica da Profe Denise:
Se na sua escola o Dia das Mães ainda vem naquele formato tradicional, você não precisa esperar a escola mudar para fazer diferente.
Dentro da sua sala, dá para conduzir propostas que ampliam o olhar sobre cuidado e, principalmente, não deixam nenhuma criança de fora.
E te digo por experiência: muitas vezes o que acontece na prática de um professor pode inspirar a escola inteira.
4. COMO PLANEJAR ATIVIDADES INCLUSIVAS SEM PERDER O SENTIDO DA DATA
Quando trabalhamos o Dia das Mães de forma inclusiva, a data ganha outro sentido, fica mais profunda, mais coerente com o que a gente acredita como educação e está alinhado com a BNCC e com uma proposta pedagógica que respeita a criança e olha para o desenvolvimento dela por inteiro.
O que diz a BNCC?
A Base Nacional Comum Curricular nos aponta nas competências gerais, o desenvolvimento da empatia, do respeito às diferenças e da capacidade de se colocar no lugar do outro.
Na Educação Infantil, isso aparece com força nos campos de experiência “O eu, o outro e o nós” e “Escuta, fala, pensamento e imaginação”, que sustentam o trabalho com identidade, pertencimento e diversidade familiar de forma direta.
Nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, habilidades como a EF01HI08, que propõe reconhecer o significado das comemorações e festas escolares e diferenciá-las das datas vividas no contexto familiar ou da comunidade, abrem espaço para conversas sobre o que essas datas representam e como cada família vive isso de um jeito diferente.
O Fundamento Pedagógico
Quando a escola acolhe a diversidade familiar, ela está colocando em prática algo central na teoria de Vygotsky: a aprendizagem acontece nas relações e dos contextos em que vive. A criança constrói sentido sobre o mundo a partir do contexto em que vive. Se a escola ignora ou apaga essa realidade, o aprendizado fica comprometido.
Paulo Freire reforça que ensinar exige respeito aos saberes dos educandos. Esses saberes passam pela história familiar de cada criança, com tudo o que ela carrega.
Quando a professora reconhece e valida essa história, em vez de tentar encaixar todo mundo no mesmo modelo, ela cria um ambiente onde a criança se vê, se reconhece e aprende com mais sentido.
Mas pensando na prática, temos três princípios que ajudam a guiar nosso planejamento:
- Representatividade: toda criança deve conseguir se ver nas atividades, independentemente da sua configuração familiar.
- Voluntariedade: nenhuma criança deve ser obrigada a participar de uma atividade que toque em lugares emocionais difíceis. Se ela preferir não fazer o cartão, precisamos respeitar essa decisão, sem exposição.
- Intencionalidade: a inclusão acontece quando o professor pensa nas atividades tendo em vista quem está na sala e adapta sem improvisar no momento.
Dica da Profe Denise:
Se você tem na turma uma criança que perdeu a mãe recentemente, converse antes com a coordenação e, se possível, com o profissional de psicologia da escola.
O luto infantil precisa de acolhimento especializado. Você pode ajudar adaptando a atividade, mas tenha em vista que a criança pode precisar de suporte emocional que vai além da sala de aula.
5. PROPOSTAS PRÁTICAS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL E ANOS INICIAIS
A seguir, trago propostas que podem ser aplicadas tal como estão ou adaptadas para a realidade da sua turma, todas partindo do princípio: celebrar o cuidado sem excluir ninguém.
Proposta 1: Roda de conversa “Quem cuida de mim”
Antes de qualquer atividade prática, abra uma conversa com a turma. O objetivo é mostrar que cuidado não tem um formato único e que toda forma de amor presente é válida:
– Comece com a pergunta: “Quem são as pessoas que cuidam de você?”
– Deixe as crianças falarem livremente. Nas respostas podem surgir mãe, pai, avó, avô, tia, madrinha, vizinha, professora, cuidadora do abrigo.
– Crie um cartaz com um mapa mental, tendo a palavra “CUIDADO” no centro. Vá anotando todas as figuras de cuidado que forem citadas pelos alunos e depois deixe-o em um local visível na sala.
Essa conversa já é uma atividade pedagógica riquíssima porque trabalha escuta, empatia, oralidade e reconhecimento da diversidade e prepara o terreno emocional para as atividades que vêm depois.
Proposta 2: Cartão para “alguém que faz meu coração bater mais forte”
Em vez de pedir que façam um cartão ou atividade para a mamãe, proponha:
“Hoje você vai fazer um cartão/atividade para alguém que faz seu coração bater mais forte. Pode ser qualquer pessoa que cuida de você, que está presente na sua vida, que te ama.”
A criança escolhe para quem quer dedicar seu trabalho. Algumas vão escolher a mãe, outras vão escolher a avó, o pai, a tia, a professora.
O cartão ou atividade pode ter desenho, pintura, colagem, escritas sobre gostos, qualidades e valores (dependendo da faixa etária).
Todos participarão da atividade sem precisar encaixar a própria vida num molde estereotipado.
ESSA PROPOSTA JÁ EXISTE PRONTA PARA VOCÊ APLICAR!
Se você gostou dessa ideia do cartão aberto, criei um material que leva essa proposta ainda mais longe!
O Kit Cartão Gigante Dia das Mães, que é uma atividade que vira decoração colaborativa de homenagem: um cartão gigante com mensagens que surpreendem a mãe ou a figura que cuida da criança.

Combina produção de texto guiada, expressão emocional e montagem de painel, tudo dentro de um material pronto para imprimir e aplicar.
No arquivo tem a versão Quem Cuida de Mim, com palavras Avó, Tia e Dinda e a frase “Te Amo”, para famílias com outra figura de amor e cuidado.
Gostou dessa atividade?
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Proposta 3: Painel coletivo “Cuidar é…”
– Proponha que cada criança complete a frase “Cuidar é…” com suas palavras.
– Depois, registre as respostas em recortes coloridos e monte um painel coletivo na sala ou no corredor.
Alguns exemplos do que pode aparecer:
- “Cuidar é fazer comida”
- “Cuidar é me levar na escola”
- “Cuidar é me dar remédio quando estou doente”
- “Cuidar é dormir do meu lado”
Esse tipo de painel também funciona muito bem como decoração para o evento com as famílias, porque os responsáveis se reconhecem nas falas das crianças.
O painel ficará como num mosaico de afeto, construído pelas próprias crianças, que celebra o cuidado sem nomear quem cuida.
Proposta 4: Livro coletivo “As pessoas que moram no meu coração”
Essa proposta funciona especialmente bem porque não pede uma única pessoa, pois cada criança pode desenhar várias:
– Cada criança faz uma página desenhando ou escrevendo sobre as pessoas que são importantes na vida dela.
- Para os menores, o desenho e a fala registrada pela professora são suficientes.
- Para crianças já alfabetizadas, a página pode incluir uma pequena produção de texto: “Essa pessoa é importante para mim porque…”.
– A professora encaderna todas as páginas num livro coletivo da turma.
No final, ao folhear o livro da turma, todos percebem que cada família tem um formato diferente.
Proposta 5: Contação de histórias sobre famílias diversas
Use livros infantis que mostrem famílias de diferentes formatos como ponto de partida para conversa com a turma. Algumas sugestões:
“Cada Família É de um Jeito” (Aline Abreu)
— Apresenta diferentes configurações familiares com naturalidade. Ideal para Educação Infantil e 1º/2º ano.
“O Livro da Família” (Todd Parr)
— Ilustrações coloridas e frases simples que mostram famílias de todos os tipos. Excelente para os pequenos.
“Se as Coisas Fossem Mães” (Sylvia Orthof)
— Sylvia Orthof expõe nesse livro, de forma simples e singela o conceito de mãe, expandindo-o aos objetos que nos cercam no cotidiano.
“DRUFS” (Eva Furnari)
— Neste livro você poderá ler certas coisinhas interessantes (ou desinteressantes) que os personagens, alunos da professora Rubi, escreveram sobre suas próprias famílias.
Proposta 6: Homenagem aberta no evento com famílias
Se a escola faz evento presencial de Dia das Mães, adapte a linguagem do convite: em vez de “Venha com sua mamãe”, use “Venha com alguém especial que cuida de você”.
Na programação do evento, prefira apresentações que falem de cuidado, amor e gratidão em vez de músicas que repitam “mamãe” o tempo inteiro, para ampliar o alcance emocional porque avós, pais, tios e madrinhas que estiverem presentes também se sentem homenageados.
E se houver entrega de lembrancinhas, a criança pode escolher para quem entregar.
Dica da Profe Denise:
Se a escola mantém o nome “Dia das Mães” no evento, você pode trabalhar internamente na sua sala o conceito ampliado de cuidado durante toda a semana e, no dia do evento, a criança já chega preparada para participar sem se sentir excluída. O trabalho que você faz antes do evento é tão importante quanto o evento em si.
6. ADAPTAÇÕES POR FAIXA ETÁRIA
As propostas acima funcionam para diferentes idades, mas o nível de profundidade e o tipo de registro mudam conforme a etapa:
Educação Infantil (3 a 5 anos): Priorize a roda de conversa oral, o desenho, a colagem e o registro pela professora (escriba). A contação de histórias funciona muito bem nessa faixa. A criança pequena não precisa de explicação conceitual sobre diversidade familiar. Ela precisa se sentir incluída na prática. Campos de experiência envolvidos: O eu, o outro e o nós (EI03EO04, EI03EO01); Escuta, fala, pensamento e imaginação (EI03EF01).
1º e 2º ano (6 a 7 anos): Já é possível incluir produção escrita simples (frases, bilhetes, listas). O livro coletivo funciona muito bem aqui. O painel “Cuidar é…” pode ter registro escrito pela própria criança. A roda de conversa pode ser mais estruturada, com perguntas direcionadas. Habilidades BNCC: EF01HI08, EF01LP02, EF01ER06.
3º ao 5º ano (8 a 10 anos): A turma já consegue discutir o conceito de família com mais profundidade. Pode-se trabalhar com pesquisa sobre diferentes configurações familiares, entrevistas com os responsáveis, produção de texto dissertativo curto, e até debates mediados sobre “por que o Dia das Mães é diferente para cada família”. É a faixa em que o trabalho socioemocional e o pensamento crítico mais se aprofundam. Habilidades BNCC: EF03HI01, EF05LP15, EF35LP15.
MATERIAIS PRONTOS PARA TRABALHAR O DIA DAS MÃES COM INCLUSÃO
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ESSAS IDEIAS CHEGARAM NA HORA CERTA PRA VOCÊ?
Me conta aqui nos comentários: como a sua escola trabalha o Dia das Mães?
Você já fez alguma adaptação para incluir todas as famílias?
Esse tipo de troca é muito valioso porque cada classe tem uma realidade e as experiências de quem já fez ajudam outras professoras!
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PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE DIA DAS MÃES INCLUSIVO NA ESCOLA
- Como trabalhar o Dia das Mães com crianças que não têm mãe?
O caminho mais acolhedor é ampliar o foco da data para o cuidado e o afeto, em vez de centrá-la exclusivamente na figura da mãe biológica. Proponha atividades em que a criança escolha para quem quer dedicar a homenagem: pode ser avó, pai, tia, madrinha, cuidadora ou qualquer pessoa que esteja presente na vida dela. A roda de conversa “Quem cuida de mim” é um bom ponto de partida.
- A escola deve abolir o Dia das Mães e adotar o Dia da Família?
Não existe resposta única. Algumas escolas optaram por substituir o Dia das Mães pelo Dia da Família (15 de maio) ou pelo Dia de Quem Cuida de Mim. Outras mantêm a data, mas ampliam o conceito nas atividades. O mais importante é que nenhuma criança se sinta excluída ou forçada a participar de algo que não corresponda à sua realidade.
- Como lidar com uma criança que perdeu a mãe recentemente?
Essa situação pede cuidado redobrado. Converse previamente com a coordenação e, se possível, com o profissional de psicologia da escola. Ofereça à criança a possibilidade de participar de forma voluntária. Se ela preferir não fazer a atividade, respeite sem expor. O luto infantil precisa de acolhimento profissional, não apenas de adaptação pedagógica.
- O que fazer se a escola exige uma apresentação tradicional de Dia das Mães?
Mesmo dentro de um formato mais tradicional, você pode trabalhar o conceito ampliado de cuidado com sua turma. Assim, no dia do evento, a criança já está preparada emocionalmente e entende que a homenagem vale para quem cuida dela. O trabalho que acontece antes do evento é tão importante quanto a apresentação.
- Quais habilidades da BNCC se conectam com esse tema?
Na Educação Infantil, os campos O eu, o outro e o nós e Escuta, fala, pensamento e imaginação (EI03EO01, EI03EO04, EI03EF01). No Ensino Fundamental, habilidades como EF01HI08 (reconhecer significado de comemorações), EF03HI01 (identificar transformações na comunidade) e competências socioemocionais gerais da BNCC.
- Que livros infantis falam de famílias diversas para usar no Dia das Mães?
Algumas boas opções são “Cada Família É de um Jeito” (Aline Abreu – Editora Jujuba), “O Livro da Família” (Todd Parr), “Se as Coisas Fossem Mães” (Sylvia Orthof). Todos abordam diferentes configurações familiares com naturalidade e podem ser usados em roda de leitura antes das atividades.
Conheça a Professora Denise!
A Professora Denise Ferreira é apaixonada pela arte de educar. É pedagoga, especialista em desenvolvimento humano pela UNICAMP e pós-graduada em Gestão Escolar pela USP.
Tem extensa experiência como professora, coordenadora pedagógica e no trabalho de formação de professores.
É autora, curadora e produtora do Instagram, Facebook, Youtube e aqui do Blog Papo da Professora Denise, somando mais de 1 milhão de seguidores em suas redes sociais.
Nesse trabalho divulga conteúdos com ideias criativas, inspiração e ajuda para que a vida dos professores seja mais leve e produtiva.







